Marina estava no quarto olhando pros lados e vendo só contas que ainda não pagara, um forte barulho na rua: celular, carros. Tudo aquilo a sufocava. Agora, ela tinha a responsabilidade de um adulto.
Vivia a brincar com bonecas de vestido antigo, elegantes do cabelo liso.
Pega – pega, esconde – esconde, mãe e filha, Inocência de criança.
Percebeu o quanto era bom quando apenas tinha 5 anos de idade, onde
podia fazer o que quiser, sem ter aquele medo das pessoas maldosas, podia confiar mais nos colegas da classe, fazer as atividades, sem nenhuma preocupação. Há como era boa a minha infância!

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